sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Trouxe pouco, levo menos.

Viver intensamente, viver.

Reflexão. Introspecção.

Começo um relacionamento com uma pitada de adrenalina, e me jogo sem pensar nos próximos dias, pulo de cabeça em uma piscina rasa sem a certeza de estar com uma quantidade segura de água para que não me machuque. Dou minha alma até o fim, não temo a dor no momento. Acredito que o sentimento não vai ter fim e que o vai se expandir em um tamanho absurdo. Como sou inocente.

Juras desfeitas, sentimentos reduzidos, choros engasgados. Palavras e sentimentos descartáveis. É relacionamento atrás de relacionamento e frustração atrás de frustração.

Dizem que se cura a dor do amor com outro amor, entretanto estou exausto dessa saga de ir curando e machucando repetitivamente. Não quero mais ter que curar nada. Quero sentir-me saudável, seguro.

As últimas pessoas com quem me relacionei se justificaram que não conseguia se entregar de corpo e alma devido a relacionamentos passados, e que ainda de alguma forma estavam trancados ao passado. Por que elas não se relacionam com outras só quando desapegarem a esse passado e terem certeza que estão curadas? Quanto mais eu me indago, mais dúvidas tenho e poucas são as respostas. Sinto me uma carta de baralho que fica na manga, me pegam quando acham  necessário e quando querem me descartam.
"Viste-me de sonhos, hoje me visto das bermas da estrada."

Começou tudo com dois corações recém-partidos, terminou com um. 
O meu. 
Mais uma vez.

quarta-feira, 13 de março de 2013

...Passado.


O que está no passado, fica no passado. Agora me indago e os sentimentos amargos experimentados lá? Não tem como simplesmente apagar algo que foi interiorizado e as pessoas não entendem isso. A Confiança em tudo desaparece. Confiança não surge do nada, se constrói. Foram tantas decepções que automaticamente construí uma autodefesa. Como já disse anteriormente em uma postagem, a mudança ocorre de modo dolorido e lento e tenho o direito de errar.

O que é pior: Mentir ou omitir sobre a confiança?