sábado, 25 de junho de 2011
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Dizem que a vida sem pensar não vale a pena ser vivida, mas se sua vida for só pensar? Isso é viver ou protelar a vida?
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Visão Turva.
Neoliberalismo, monocultura, padronização. O Aquecimento global já não é ficção.
Movidos pelo lucro, a vaidade e o poder, homens mortos pelo ego antes de nascer.
Na nova era chega a Terra a nova concepção, respiro fundo, fecho os olhos, de pé permaneço.
Abro ao cosmos as janelas do meu coração. Entrego, confio, aceito e agradeço.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Paixão.
“Segundo alguns psicanalistas, quando se apaixona, você não se relaciona com alguém de carne e osso, mas com uma projeção criada por você.
E a projeção que fazemos é de um ser absolutamente perfeito, mas depois de um período a projeção acaba e você passa a enxergar de verdade a pessoa com quem está se relacionando.
Invariavelmente, algumas virtudes do parceiro ou da parceira vão embora junto com a projeção... Outras ficam.
“E se o que ficou de cada um for suficiente pros dois a relação perdura, caso contrário...”
Dia dos Namorados chegando e me recordei da propaganda do chocolate Serenata de Amor.
FELIZ DIA DOS NAMORADOS!
PS: Apenas para aqueles que desfrutam com garbo os galanteios desse dia. *-*
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Inopinado 2
Cortinas abertas...
Sinto-me que tenho pouco para ofertar. Esta é a realidade.
Escondido atrás de um personagem frio e sem um desenvolvimento intelectual, espero levantar minha máscara.
Adentrando no campo da psicanálise me familiarizo com o personagem Charlie Brown (Peanuts); neurótico, vive em busca de aceitação dos amigos, desastrado e recebe todos os tipos de maus tratos emocionais ao redor. Nas relações sociais me posiciono sempre de maneira pouco inteligente. Sei que minhas queixas são procedentes das inadequações constantes de meus atos.
Minha vulnerabilidade provém da ideia de querer ser amado por quem está ao meu redor.
O modo factual que isso ocorre, eu não sei bem ao certo explicar, talvez seja uma autodefesa ao qual reprimo meus sentimentos e projeto um mundo que somente eu sou inserido.
O que é um paradoxo esses dois parágrafos acima.
Tento fixar uma constante mudança sinuosa em minha mente, porém sempre acaba em movimento retilíneo.
O processo de modificação e até adaptação do ser humano, a certas situações, costuma ser pouco célere e de modo desagradável.
Gostaria de tirar esta máscara atroz e expressar de todas as maneiras potenciais o meu EU verídico.
Fecham-se as cortinas.
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