Em pleno ápice da minha juventude, me sinto envelhecido.
A felicidade que outrora sentira se acabou. Hoje consigo entender que felicidade é um sentimento efêmero, que depende das situações do meio ao qual estou inserido, ou seja, um estado de vida no qual estamos condicionados.
Antes de me entregar ao sono, faço uma reflexão, analiso os pontos positivos e negativos e tento compreender os motivos que resultaram os episódios do dia. E ao invés de encontrar soluções, surgem indagações ainda maiores. Refletir sobre os acontecimentos é sadio, mas não na proporção que eu faço. Então me recordo da pergunta que procuro incessantemente por resposta:
A felicidade que outrora sentira se acabou. Hoje consigo entender que felicidade é um sentimento efêmero, que depende das situações do meio ao qual estou inserido, ou seja, um estado de vida no qual estamos condicionados.
Antes de me entregar ao sono, faço uma reflexão, analiso os pontos positivos e negativos e tento compreender os motivos que resultaram os episódios do dia. E ao invés de encontrar soluções, surgem indagações ainda maiores. Refletir sobre os acontecimentos é sadio, mas não na proporção que eu faço. Então me recordo da pergunta que procuro incessantemente por resposta:
“Dizem que a vida sem pensar não vale a pena ser vivida, mas se sua vida for só pensar? Isso é viver ou protelar a vida?”
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